(And as a consequence, I'm losing it.)
(And as a consequence, I'm losing it.)

Passado um ano, o que acontece às promessas feitas?
Porque é que as coisas se repetem?
Não muito celebratório...
Que este o seja, então!
Podia falar dos dias que faltam para o natal, com auxílio do contador que tenho na secretária @ work. Mas há algo ainda mais emocionante:
VOU TER UMA PULLIP. (lalalala.)
Poucas pessoas o sabem (contam-se pelos dedos de uma mão) mas é um... vá, desejo parvo, que tenho há uns 2 anos. Sempre o afastei porque nunca me pareceu um investimento são. Na altura simplesmente não trabalhava e logo não tinha budget para tal, agora achava que havia coisas mais importantes que uma boneca.
Eis que me vão dar uma, como prenda de Natal. Está no correio. A caminho de minha casa. E ainda devem faltar umas duas a três semanas, mas estou realmente entusiasmada. É uma boa notícia no meio de um momento algo menos feliz da minha vida. Era suposto ser uma surpresa, até, mas como não andava muito feliz foi-me revelada.
Alguém tem roupa de Barbies que não queira e que me queira enviar? :P
Ah, sim. Sou bastante infantil. Mas acho que já todos tinham percebido isso.
Não estou a dizer que não teria feito o mesmo se estivesse tudo ali disposto num stand, mas assim, acho isto engraçado.
Já agora, talvez seja melhor explicar o quê:
Vi isto a acontecer na rua, esta manhã.
Note-se que eu estava do lado de dentro do 48, e portanto não tinha noção nenhuma da troca de palavras que ocorreu do lado de fora do 48.
Uma senhora vai a andar, com uma mala na mão e uma pasta na outra, semi-apressadamente em direcção às empresas que ficam "ali" em Miraflores. Passa por um rapaz vestido de verde alface que anda a distribuir panfletos do Isaltino. Pergunta-lhe se ela quer um, ela nem pára para dizer que não, apenas abana a cabeça e continua a andar.
E depois ele diz qualquer coisa (para os efeitos deste recontar da história, algo como "Então e uma caneta?") e produz uma canetinha igualmente verde, bem bonita, do bolso. Com aquela parte revestida a borracha para ser mais ergonómica, ou não escorregar, ou sei lá.
A senhora aí pára, sorri, aceita a caneta, e prossegue caminho.
(Banda sonora para toda esta cena foi proporcionada por um carro também decorado de forma Isaltínica, com megafones e qualquer coisa a sair dos ditos.)
E pronto. É só isto.
Acho engraçado.
Se alguma vez estiverem a jogar uma versão alternativa de papel-pedra-tesoura, caneta bate panfleto. Ok?
"O famoso simulador de vida, joga já."
Nem vou pegar na coisa de uma pessoa precisar de simular uma vida, para criticar. Antes, pensei: "Oh, vá lá, não é um simulador assim tão fiel."
E foi então que me lembrei de quando tentava jogar sem usar nenhuma cheat: entre trabalhar e cuidar das necessidades básicas, o meu sim ficava sem tempo para socializar.
E é isso que está a acontecer agora. (Inclusive, passar um mês sem dar a devida atenção à friends list do LJ ;_;)
Too many things are falling apart.
I kind of forget about them until I find the pieces of paper in which they're written...
I. Somewhere in the beginning of July:
( The fact that all of this is true... )
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II. Somewhere in May
( Já não tenho palavras para ti. )
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III. Months ago
( Com um gesto demasiado teatral... )
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IV. Also months ago -- and I can't even figure out my handwriting.
Levo no meu passo o peso e a (culpa, cura?).
It's probably the former, though I do like the idea behind the latter.
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V. And god knows when this was; intended to be the beginning of something
( Wakes up in a garden, )
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VI. Also months and months ago. I had written as a reminder "4 stages", but apparently I only accomplished two before going to bed.
( On Monday, )
Your result for The Chess Mess Test...
The Queen
Congrats! Only 2-3% of the population score this!

Queen’s are the rarest of all types. They are quiet but hold the deepest of convictions regarding the matters of the world. They are frequently activists for their cause, they will do what’s right but not for glory, not for political power. It is why they are the Queen. They are the champions of the oppressed and the downtrodden. They are found in the wake of the aftermath rescuing those in acute distress. They may even fantasize revenge on those who victimize the defenseless. Think of ‘Poetic Justice’ and you’ll have appealed to the Queen.
You can’t lead the Queen if only because they are right in suspecting others motives. You cannot fool this individual even if they are sympathetic. The Queen selects a few for friendship – these are friends that transcend the very word. They promote harmony with their very presence and typically make their surroundings more beautiful by just being there to clean up the mess. Don’t mistake them for extroverts – they are special in their diplomacy. They are ‘doers’ and dreamers. They can only be intimate with a chosen few. They will withdraw suddenly if pressed and this is necessary for them.
The Queen excels with writing and communication. They are often the counselors of home, of public service and the good face of politics for the King. They look at the global perspective and are better at spotting patterns and relations. They think of the future and strive for meaning and purpose.
Check out my other tests!
Changeling Type | Mage Sorter
Ontem.
Ontem fiz o meu último exame, Direito de Comunicação. (Teoricamente, assumimos que passei e sou agora uma licenciada.)
Cinco horas depois, estava a ter uma entrevista para estágio. A minha primeira entrevista de sempre.
Cinco minutos depois da entrevista, telefonaram-me a dizer que o lugar era meu (e nunca pensei. Antevia um daqueles telefonemas de "Obrigado, mas não"...)
Escolheram-me. A mim! E estou tão, tão contente.
(Por outro lado, começo já 2ªf num horário das 10h às 18h, e portanto férias de verão... Azarinhos! O que é que aconteceu ao meu "tempo de fazer nenhum até começar a mandar currículos"?!)
www.excentric.pt
Recentemente estava a olhar para dois castiçais que estão há anos em minha casa, na mesma posição (julgo eu), e apercebi-me de algo que quero partilhar com o resto do mundo:

Hoje foi um dia catita.
Ou, pelo menos, a partir das 17.30 foi catita.
Visitei a Casa Eficiente da National Geographic/EDP. Aprendi algumas coisas e dei a mim mesma muitos high fives mentais (e também houve uns quantos fist bumps com o
Deram-me um fantástico saquinho de pano que vai passar a ser para as compras, porque assim é que deve ser (e dessa forma escuso de encher a minha mala do Nightmare Before Christmas com farinha do pão do Pingo Doce).
Vimos um cão perseguir um gato pela primeira vez nas nossas vidas respectivas. (E vimos o dito gato trepar uma palmeira bem alto, pobre gatinho preto.)
Brincámos nas Horas de Chumbo, arte feita parque de diversões.
Ficava em frente à Euro RSCG. Gritei(-lhes) que queria um estágio, porque o Gui insistiu. O edifício não se manifestou.
Tirámos fotos engraçadas.
Escolhi um sítio onde a muito custo (apenas queria ter a certeza que ficava em boas mãos!) deixei o bonequinho que a Schelle me mandou da Austrália. Queria que fosse na cauda de uma estátua de uma girafa, mas estava lá muita gente. Acabou por ser no Jardim da Música. Foi a primeira vez que participei em algo do Toy Society. E para a próxima, sou eu que faço um!
Pensámos no Ryan ao mesmo tempo porque o Gui disse "vamosh".
Comprou uns calções de banho bem giros na Pull & Bear.
Comi uma sandes da Pans & Company, que tinha abacaxi. Depois ataquei os restos do frango do KFC dele, como faço sempre, à procura dos bocados crocantes que ficaram por comer, hobo-style.
Na viagem de autocarro para casa, brincámos aos títulos de livros ("X & Y", "Y & Z", "Z & ...") e depois aos títulos que poderiam ser novelas da TVI.
Cheguei a casa e estou cansada, cansada como quem esteve a trabalhar no início da tarde e depois teve direito a relaxar.
As coisas más ainda acontecem, mas esta tarde não foi uma delas. Esta tarde deixou-me contente.
EU TENHO UM HAMSTER.
Beta: Chamado Hamlet.
Não há fotos porque ainda não houve tempo, mas ele corre na sua rodinha e faz-me feliz.
É a primeira vez que tenho um animal de estimação que não é uma ave!
(Sempre tive muitos periquitos e agora tenho um love bird. Já houve dois, a Nancy e o Conrad -- sim, a minha Weeds OTP -- mas agora só há Conrad. E o Conrad tem muitos ciúmes do Hamlet.)
Esqueci-me de mencionar.
No início de Maio, há duas semanas atrás...

Houve ali, claramente, um momento de orgulho.
Daqueles que, devido a umas ou outras pequenas desgraças da vida, podem nem durar, mas não interessa; durante aquele breve momento o orgulho existiu, o entusiasmo também.
Senti-me uma pessoa relevante.
"Agora já não me podem apagar da história porque o meu nome ficou impresso numa coisa que tem o potencial de circular por sítios, e assim."
Ahh, e! Acabaram por usar aquela foto do Santana Lopes. Wtf.
5:46pm Bruno
ha um gajo, aqui na revista, chamado Batata Cerqueira Osório
5:46pm Ingrid
LOL
5:47pm Bruno
e acaba o texto com:
Um Abraço
Batata
5:47pm Ingrid
Heehee
5:47pm Bruno
QUEM É QUE CHAMA AUM FILHO BATATA
Havia de ver o quanto me chateavem se chamasse Banana a uma filha minha
depois casavam e fazia uma entrada!
Batata com Banana
5:49pm Ingrid
Deixa ver...
E depois tinham uma filha, a Batana. Que crescia, criava uma empresa de roupa, e mais tarde, no futuro, fundia-se com a Zara. E nascia assim a Zarabatana.
Já estou habituada a ocasionalmente adormecer no autocarro (sem nunca me terem levado a mala!), agora isto...
A sério que não pensei que fosse possível adormecer enquanto alguém me aponta luzes fortes à cara e mexe na minha boca.
Edit: Agora a pensar nisso, Sábado adormeci em pé, no metro, encostada ao
E no episódio de hoje da saga do 8ª Colina...
Estou a paginar uma entrevista feita ao Santana Lopes.
Cheguei, entretanto, a uma conclusão: a probabilidade de uma foto entrar no artigo (e consequentemente, no jornal), é inversamente proporcional ao quanto a foto me diverte.
Case in point:

Não consigo, por muito que tente, encarar esta foto de uma forma séria.
(Era suposto o senhor ter um ar pensativo? Não resultou.)
Juntei-me à fantástica equipa de paginação do 8ª Colina, o jornal do IPL. Achei por bem fazer alguma coisa de produtivo da minha vida, e já que implica mexer com o InDesign, sempre ganhava prática nisto enquanto me impedia de esquecer as poucas coisas que aprendi no primeiro semestre.
Terça-feira estava a trabalhar na redacção e sentia-me competente! Importante, útil. E recebi uns pequenos elogios que me cairam bem, confesso.
Ora, ainda assim... é um jornal. Há formatos a seguir, uma pessoa não pode ser estupidamente criativa como bem quer e lhe apetece. Portanto, as nossas intervenções de design no que toca aos artigos é pôr umas palavras maiores que outras, nos títulos, a evidenciá-las... e fica-se por aí.
No terceiro artigo, a querer fazer qualquer coisa mais simpática, tentei improvisar... mas sabia, de início, que provavelmente não ia resultar. A ideia talvez não fosse muito clara, podia ser difícil de ler, etc etc. Enfim, ainda assim, tentei.
E achei piada à reacção.
( Historinha com suporte visual. )
And then on top of all the problems with my father's health, my grandfather dies, so Easter isn't quite Easter.
Just a day with a funeral.
(Gets you thinking.)
O meu videozinho chegou aos olhos do Nuno Markl, via Twitter, que gostou dele. Palavras exactas, "Muito catita". Sinto-me extremamente validada por isso.
Coisa relevante número 2:
Ontem completaram-se dois anos de amor e coiso. E sei que, em contagem actual, não foram dois anos de amor e coiso. Há ali seis meses, pouco mais, muito confusos. Mas... não interessa. Estamos numa relação juntos, fazemos coisas juntos.
...Como escrever, filmar e editar um vídeo que o Nuno Markl aprovou. Dando assim, sem sequer saber, a sua benção para a nossa relação.